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18 agosto 2010

Rir é o melhor remédio

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No sábado passado decidimos aqui em casa arrumar a área de serviço. Acreditem, tinha de tudo lá, sacos com documentos, estante que já não prestava mais pra nada, tintas, panelas...

Começamos pelos papeis, e como tinham vários documentos, decidimos queimar tudo (a camada de ozonio que me perdoe) e naquele bolo todo de papel encontramos uma coletânea de piadas da revista Seleções.

Confesso que de primeira pensei em queimar, mas quando comecei a ler e rir vi que eu jamais poderia jogar aquela revista fora. Não por ela ter algum significado muito além, mas por acreditar que o riso cura coisas ruins que as vezes acometem o nosso emocional, senso de humor nos ajuda a superar as fases ruins do nosso cotidiano.

Então ai vai uma sugestão de alguém que não sabe nada da vida:
Sorria! Você está sendo filmado.

09 julho 2010

Ser feliz

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Ser feliz é complexo, felicidade e tristeza é meio que uma idealizção. Você idealiza que é triste, idealiza que é feliz, a vida é feita de repetições. As pessoas buscam a todo momento algo para tornar tudo pior do que é, faz parte da genética humana.

Por que você perder o que quer que seja te faz uma pessoa mais triste que as outras?
Será que ser feliz com o que se tem realmente é dificil? Concerteza sim, as pessoas sempre estão em busca do mais, e é ai que entram os grandes problemas. O mais, porém, deve ser buscado porém com coerência e ser coerente na busca dos sonhos também é dificil.

Cabem as pessoas entrarem em concordancia consigo mesmas, faz parte da vida os baixos e cair é extremamente fácil, dificil mesmo é subir e continuar de cabeça erguida.

Bom fim de sexta-feira a todos.

05 julho 2010

Tudo tem valor

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Na verdade eu quis dar um abraço...
Dizer o que se sente muitas vezes é dificil, as vezes até um elogio, por mais que você o queira dizer é dificil de expressar. Acho que muitas pessoas se sentem ou já se sentiram assim.

Sentimentos são complexos, as pessoas são complexas. É isso que as tornam únicas.

Uma vez minha mãe me disse que sentia um rato de laboratório, que provavelmente o homem é uma experiência alienigena, como um virus em um corpo (natureza), e o resultado seria quais os problemas que este virus viria a causar neste corpo ou a eles mesmos.

Parece louco pensar assim, mas quantas pessoas já não se sentiram observadas, solitárias, sentimentais? Não são experiências? Onde está escrito que tudo o que vivemos é real? Que não vivemos sonhando e que na verdade o sonho é a nossa vida real que decidimos esquecer?

Não faz sentido, mas assim como eu você parou para analisar como seria uma situação dessas. E se fossemos uma experiencia?

São apenas questionamentos, me bati pensando em coisas assim de repente. Hoje eu percebi como simples momentos fazem parte do contexto, mas que ainda assim são inexplicáveis, como os conflitos surgem, as brigas, as amizades. Se somos experiência, provavelmente tudo o que vivenciamos tem algum valor. Da alegria ao sofrimento, quem se importa?

Quantas pessoas se questionam, como eu? Quantas sofrem, quantas riem, quantas choram, se sentem impotantes todos os dias, como eu?

Até que ponto uma pessoa agradece todos os dias por viver, como eu...?

Foi um post pessoal, coisa repentina.

Abraços para quem lê

25 outubro 2009

• Domingos

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Hoje é segunda-feira, nada haver o título então, né? Errado. Hoje está uma segunda típica com cara de domingo.


Domingo para mim é aquele dia que eu fico em casa na frente do computador ou na frente da televisão mudando compulsivamente de canal em busca de conteúdo. Se o namorado não vem me ver visto uma roupa folgada, se possível rasgada (*/euri).


Nesse dia em especial diferente das casas de todo o Brasil, a minha se arruma sozinha pois não tenho o menor "pique" para isso. Tomo café tarde, faço nada e faço tudo. É uma marisia.


Quando estou mais animada pego um livro sem noção (Sabrina, Júlia, Bianca...) para me divertir.

Saídas? Baladas? Festinhas? Reuniões com a galera? LOOOOOGE de mim. No domindo tudo isso está fora de cogitação em minha doce vida. Talvez até faça uma visita a alguém, mas depende muito de meu estado de espirito e da pessoa que eu vá visitar.


HOJE segunda-feira, foi um dia típico domingo. Nublado, quente e chato.


Bom "domingo-feira" para vocês

20 outubro 2009

• Respeite o idoso

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Tem 3 dias que eu não posto mas hoje prometo tirar este atraso, a vida tá atribulada cheia de estudos e momentos de relaxamento que as vezes dá até preguiça de entrar na internet (sim, dá preguiça de entrar na net).

Meu post hoje nada tem haver com o Dia do idoso, na verdade eu nem sei quando é. Ele tem haver com respeito e solidariedade com quem relmente viveu mais que muitos ai. vou ter que contar uma história um pouco longa aqui, para que entendam do que eu estou falando.

Eu e minhas irmãs desde muito pequenas já pegavamos ônibus sozinhas para ir a escola (eu com mais ou menos 7 anos, e as outras com 10 e 13). Se isso na minha época infantil era pouco comum (ano de 1997, por aí), hoje em dias os pais levam seus filhos a porta do colégio (que, diga-se de passagem causa um engarrafamento horrível em certos pontos da cidade), e assim as pessoas achavam que eramos "abandonadas" pelos nossos pais (o que não era verdade, por que anos depois descobrimos que meu pai nos seguia até a escola HAHAHAH).

Mas neste cenário, de três crianças "sozinhas" no percurso casa-escola escola-casa, eram os motoristas dos ônibus que nos conheciam, conversavam conosco e davam aquele sorrisão para a gente quando davamos um "tchau, tenha um bom dia senhor" e logo mais tarde ao meio-dia, fim do turno matutino de aula, um novo motorista reaparecia e a despedida não era diferente.

E a pergunta é, por que Vivi está falando disso?
Eu sexta-feira na voltando para casa, sem querer me bati em um senhor, enquanto corria andava para pegar o ônibus, que devia ter seus 75 anos ou mais (ou talvez menos não é? sou péssima com "advinhômetro" de idade), e daí se sucedeu um breve diálogo que ficou em minha mente.

eu: -Foi mal "tio" (forma horrível de se expressar com qualquer pessoa, mas ainda não havia olhado pro senhor que caia a minha frente, que eu segurava pelo braço, pois olhava com desespero o ônibus que ia embora e só passaria depois de 30 minutos).

ele: -Não foi nada minha filha (disse o "tio" se equilibrando, e foi ai que eu olhei pra ele, pensei conhece-lo de algum lugar, mas pensando em ir a outro ponto e pegar um ônibus que passasse próximo a minha humilde residência, descartei a idéia)

eu: -Desculpa, o senhor está bem? ia pegar aquele ônibus? (depois que eu, lezada, percebi que era um senhor de idade, e me senti constrangida pois tem pessoas mais velhas que adoram um rebuliço na rua)

ele: -Nossa, você cresceu mocinha. Como estão suas irmãs? (pronto, ainda por cima era um conhecido de meu pai ou de minha mãe e ia fofocar de mim pra algum deles).

eu: -Elas estão bem "tio", minha mãe e meu pai também. (chamo ele de "tio" novamente, se era próximo de minha família pra que chamar de senhor?)

ele: -Não conheci seus pais, mas devem ser ótimas pessoas (aí ele tomou minha atenção, já que ainda pensava e chorava internamente pelo ônibus perdido)

eu: -Humm...Conheço o senhor de onde mesmo? (já com medo né?)

ele: -Imaginei que não lembrasse de mim, sou aquele motorista do C.PII que deixava vocês três na frente da escola (e devo ter expressado minha cara de "banje besta perplexo" pois ele riu muito)

eu: -Nossa, está certo "tio" não me lembrava mesmo do senhor, mas me diz está morando lá no bairro ainda? se mudou se aposentou? (lá vai Vivi, linguaruda soltando avalanches de pergunta)

ele: -Um dia teremos tempo para prosear, filha, melhor ir para o "ponto tal" se não chegará tarde em casa.

O diálogo não durou nem 10 minutos, e passou outro ônibus meu, dei um beijo no rosto daquele senhor que fez parte de parte da minha infância, mesmo que indiretamente e vim-me embora pensando em como este mundo é pequeno.

Fiquei muito feliz com este acontecido. fiquei pensando em quantas pessoas passaram pela minha vida e hoje eu nem tenho mais notícia ou simplismente não me lembro. E foi lindo pensar, "C*RALHO, um SENHOR lembrou de mim, e eu não lembrei dele", e tive o triste pensamento de que tem gente que te vê na rua (te conhece!), e finge que você não existe.

E a lição desta história está no título, RESPEITE O IDOSO. Não vai te machucar ser gentil com alguém. (lógico, que acho válido os idosos respeitarem os jovens também).

16 outubro 2009

• Mulher, e em meu pior momento

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A com certeza pior momento feminino no mês é a TPM, mas meus problemas são mais sentimentais. Meu pior momento se chama ciúme, discussão por besteira e não aturar brincadeiras com meu nome.

É um momento horrível e fica pior ainda quando você expressa esse sentimento "besta" aos "cuspidores" e ser vista como uma idiota.

Obrigadinhas pela parte que me toca.

ps¹: Momento chata
ps²: Primeiro post curto /EURI*/
ps³: foto de minha autoria e eu sou a modelo.

09 outubro 2009

• Grande sexta-feira

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Hoje dediquei meu dia a entender HTML'S e personalização de blogs. Estou 20% mais sabida nesse aspecto.
Não postarei este fim de semana, programas familiares.
Domingo estou de volta, pesquisando blogs interessantes para seguir, comentar e continuar estudando os templates da vida.

• Á procura do presente

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Hoje foi um dia cansativo ao extremo. Sábado é aniversário de meu primo Betinho, então fui junto com Rafa...

comprar o presente dele, optamos por uma sandália que brilha no escuro.

Porém, antes de chegarmos ao produto final o quanto andamos pelos shoppings da vida está fora de série, então eu percebi o quanto é díficil presentar outrem, por mais infantil que seja.

Quando se trata de crianças, creio eu, nós pensamos muito mais antes de escolher o presente, pois a mesma não será sensível com seu coração se não gostar da lembrança. Crianças são assim, espontâneas, se não gosta não gosta, doa em quem doer e isso é lindo (rs).

Nossa primeira opção de lembrança foi um carrinho, mas anulamos a idéia quando pensamos na possibilidade de Betinho desmontar o objeto só olhando (rsrs). Fomos atrás de roupas, percebi que vários artigos infantis ainda cabem em mim e que deveria ser implantado um projeto de roupas mais legais para os adultos.

Como não encontramos nada que parecesse metade com Betinho (um fanático pelo homem aranha), desistimos e continuamos rodando o shopping. Quando Rafa teve a maravilhosa idéia: "sapato?", eu olhei pra ele: "mooow, você é muuito inteligente". Entramos na primeira loja de sapatos infantis que vimos e só "no olho" compramos uma sandalinha pra Betinho e está tudo lindo.

Perdi uma aula de literatura, mas pelo menos escolhemos e compramos o presente.
 

Patrícia, mas conhecida como "Vivi" Copyright © 2011 -- Template created by O Pregador -- Powered by Blogger Templates